O clima do nosso planeta já passou por diversas alterações ao longo do tempo e atualmente essas transformações estão se tornando mais acentuadas. Podemos destacar o aumento de ocorrências de tornados nos Estados Unidos, de ciclones em diversas regiões do Sudeste Asiático e de ocorrências de ciclones extra-tropicais em locais que não sofriam a incidência desse fenômeno.
Devemos diferenciar os conceitos de clima e tempo. Este é relativo ao momento presente e curto constantemente variável. Ex.: O tempo em São Paulo hoje estará frio com muitas nuvens e com possibilidade de chuva rápida; O final de semana será de tempo bom com temperaturas variando em torno de 27ºC a 30ºC no litoral nordestino;
Já o clima é o conjunto de tempos num certo período que pode ser um ano, uma década, etc. As mudanças não ocorrem com intensa velocidade. Ex.: O clima do Raso da Catarina (BA) é Árido; O clima do Sul do Brasil é Subtropical; O clima da Amazônia é Tropical Equatorial.
Devido às evidências das mudanças climáticas o assunto clima recebeu extrema notoriedade e é veiculado por diversos meios de comunicação. Com a ascensão e desenvolvimento das tecnologias aplicadas à meteorologia, como as imagens de satélite, a previsão do tempo passou a ser um quadro importantíssimo no telejornais.
Os elementos do clima são:
1-) Temperatura – A quantidade de calor na atmosfera.
Máxima – É a temperatura mais alta marcada em um certo período.
Mínima – É a temperatura mais baixa marcada em um certo período.
Amplitude térmica – É a média das temperaturas máxima e mínima.
2-) Pressão atmosférica – É o peso do ar sobre a superfície da Terra.
3-) Umidade do ar – É a quantidade de vapor d’água na atmosfera; Pode ser expressa como umidade absoluta (g/m³) ou umidade relativa (%). Exemplo de como se fala a umidade relativa do ar em telejornais: A umidade relativa do ar em Brasília está em 20% nesta manhã. Quando mais próximo do 100% maior a probabilidade de chuvas.
Não deixe de ler os próximos textos sobre Massas de ar, Tipos de chuva, Fatores climáticos e Tipos de clima.
Autor: Tio Hildebrando
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quarta-feira, 14 de maio de 2008
Clima
terça-feira, 13 de maio de 2008
Terremotos I
sábado, 10 de maio de 2008
Dia das mães
Cada uma tem seu estilo mas um só objetivo: Promover o melhor para os seus filhos.
Valorizá-la todos os dias: Esse é um dever de cada filho.
Mas não apenas no 2º domingo de maio, dia das mães, mas sempre.
Perto ou longe ela está te olhando.
A família é tudo para uma pessoa e a mãe é a peça chave para a integração de todos.
A minha mãe é a maior referência de ser humano e de vitória na minha vida e tenho certeza que de uma forma ou de outra a sua também é para você.
O dia das mães não é apenas presente – às vezes se torna o principal por causa da forte influência do capitalismo selvagem no qual vivemos – mas retribuição de afeto e conforto para quem o(a) fez ser vivo e ser humano.
Autor: Tio Hildebrando
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Orgulho militar e proveito político
Mantimentos e medicamentos já foram enviados a Mianmar, porém, o governo local teima em não deixar entrar ajuda humanitária de voluntários para contribuírem na distribuição do material. Os países que estão propondo material, voluntários e ajuda financeira também querem tirar seu proveito da tragédia.
A geopolítica mundial mostra-nos quais interesses político-econômicos estão em jogo para que países como EUA e o bloco da União Européia se mobilizem em prol dos afetados pela passagem do ciclone no Sudeste Asiático. É uma região geograficamente estratégica por estar próximo de países como China, Indonésia, Índia e um pouco mais distante, o Oriente Médio.
No entanto, enquanto há disputas políticas internacionais o povo sofre com o desastre que provavelmente ainda vai continuar por um período extenso até que as áreas atingidas sejam totalmente reconstruídas.
Autor: Tio Hildebrando
terça-feira, 6 de maio de 2008
Interferência humana no meio ambiente
É óbvio ressaltar que há diferenças entre as sociedades. A sociedade indígena, por exemplo, vê-se fazendo parte do meio ambiente enquanto outras sociedades percebem-se como não integrantes da natureza.
Estas interferências ocorrem de diversas formas, do ponto de vista negativo:
- Na construção de uma represa para abastecimento de água de uma hidrelétrica;
- Com a instalação e concentração de indústrias sem os devidos filtros antipoluentes em certas regiões ocasionando, a depender da concentração, prováveis chuvas ácidas nestas áreas;
- Abuso no uso de recursos energéticos como água, petróleo,etc.; e
- Desmatamentos.
Estes desmatamentos se dão:
- Para dar lugar a pastagens;
- Para exploração de madeiras;
- Para construção de habitações; e
- Para dar lugar a plantações agrícolas.
Já do ponto de vista positivo, podemos ter a interferência com:
- Replantio;
- Criação de parques ecológicos;
- Turismo ecológico; e
- Criação de novas tecnologias a serviço do meio ambiente como torneiras e lâmpadas com sensores que detectam a presença humana com certa distância permitindo seu acionamento e evitando desperdícios.
Por último, o acelerado crescimento das cidades tem gerado o uso intenso de recursos naturais para suprir as necessidades de suas populações tornando o ambiente natural antes abundante hoje escasso e regionalizado em parques ou áreas de preservação.
As conseqüências das interferências negativas já são conhecidas por todos, porém, nem todos tomaram consciência de preservar e manter os recursos naturais com gestos simples tais como: Não deixar luzes acessas sem necessidade, não deixar o chuveiro aberto por longo tempo, usar transportes coletivos, não lavar calçadas com água potável, etc.
As conseqüências das interferências positivas ainda são de menor escala mas refletem as atitudes que estão sendo tomadas para termos um mundo melhor do ponto de vista ambiental.
Autor: Tio Hildebrando
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Transporte no Brasil
Os jornais noticiam um acidente de barco no rio Solimões próximo a Manaus em que, segundo os jornais, a capacidade de lotação desse barco era de 50 pessoas e no momento do acidente estavam lá cerca de 113 pessoas. Além da superlotação, o barco não estava registrado na Capitania dos Portos em Manaus.
Quem é responsável pelo ocorrido? As autoridades em não fiscalizarem? Os dono do barco em busca de dinheiro a qualquer preço? A natureza que provocou redemoinhos gerando o naufrágio do barco? Os passageiros que aceitaram embarcar mesmo com o grande número de pessoas a bordo?
A quem serve o sistema de transporte hidroviário e rodoviário brasileiro? Já que o governo não consegue realizar a manutenção das rodovias faz licitações para empresas particulares controlarem trechos rodoviários investindo em melhorias e cobrando pedágios. Quais as suas vantagens e desvantagens?
Autor: Tio Hildebrando
domingo, 4 de maio de 2008
Conflito Norte-Sul
Tem-se, então, direta ou indiretamente, a noção de centro-periferia onde o centro representa o status de maior referência de poderio político-econômico e, às vezes, militar. A periferia surge como lugar de pobreza e de subserviência ao centro.
O colonialismo aproveitou-se bastante dessas idéias e passou a desenvolver a relação centro-periferia como metrópole e colônia em que esta enviava àquela matéria-prima e produtos agrícolas e comprovam seus produtos manufaturados. Os países imperialistas conquistaram novos territórios utilizando da geopolítica dos mapas.
Com a posterior divisão Norte-Sul ( ricos e pobres respectivamente ) ocorreu a oficialização da separação política, econômica e social aumentando as desigualdades sócio-econômicas entre estes países. Na verdade a Austrália está no hemisfério Sul e é considerada pertencente ao bloco Norte por ser desenvolvida. Aliás, desenvolvido e subdesenvolvido são conceitos que entraram em uso a partir do fim da segunda Guerra Mundial especialmente com a teoria Neomalthusiana buscando uma forma de explicar o subdesenvolvimento do Sul.
Países em desenvolvimento, países emergentes, países subdesenvolvidos industrializados, são várias classificações atribuídas aos países do bloco Sul enquanto países desenvolvidos é a denominação atribuída aos países do bloco Norte.
Hoje, órgãos internacionais defendem a idéia, mesmo que timidamente, de os países desenvolvidos reverem as dívidas externas dos países emergentes bem como de promoverem ajuda financeira aos países de baixo desenvolvimento.
Na verdade, muito se diz e pouco se faz efetivamente a favor dos países pobres.
Autor: Tio Hildebrando